terça-feira, 18 de março de 2014

22º dia: 5ª feira, 21 de novembro de 2013 - Guarulhos, Vitória (ES)

O vôo foi perfeito, sem distúrbios nem crianças chorando... Serviram-nos o tradicional café da manhã e, logo em seguida, aterrissamos em São Paulo às 4 da manhã, uma hora antes do previsto! Após os procedimentos de praxe na imigração, nos dirigimos à área das esteiras, para pegar nossas malas, e descobrimos que haviam chegado mais TRÊS vôos, vindos de outras origens, simultaneamente! Aí ficou difícil: as bagagens demoraram quase UMA HORA para chegar até nós! 

Vieram todas elas, sem problemas. Com elas em mãos, fomos ao free shop, onde havia encomendado 12 garrafas de vinho para eu levar e mais 12 para Mary, já que esta é a cota que cada passageiro que vem do exterior tem direito a comprar. Subimos para realizar o check-in e a TAM nos informou que, como estávamos em vôo de conexão, deveríamos ir a outro guichê, só para despachar as bagagens. Então veio a surpresa: como tínhamos 3 malas, mais duas caixas de vinho e a franquia de bagagem é de somente 4 volumes, tive que pagar mais US$120 para despachar o 5º volume! Fazer o quê? Vivendo e aprendendo!

Vitória, ES
Na sequência, depois de um sobe e desce para pagar o tal "excesso de bagagem", fomos para a sala de embarque, meia hora depois chamaram os passageiros para embarcar. Usamos, mais uma vez, minha prerrogativa como "passageiro preferencial" e subimos a bordo. Nos instalamos, ganhamos algumas balinhas da Comissária de Vôo, decolamos e, no horário previsto, aterrissamos em Vitória, onde nossos filhos já nos esperavam para nos levar para casa. Viajar é muito bom, mas retornar ao nosso "lar, doce lar" é ótimo!

Próxima viagem? Estamos planejando voltar à França, só que, desta vez, à Provence...

segunda-feira, 17 de março de 2014

21º e último dia: 4ª feira, 20 de novembro de 2013 - Milão

Dia de retornar ao Brasil! Tomamos nosso café da manhã no próprio hotel mas, neste dia, estava trabalhando (!) outra funcionária... E com um mau humor que não era brinquedo! O esquema é o seguinte: os pães, bolos, queijos, presuntos, frutas, etc, ficam no salão e você se serve à vontade. Há uma cafeteira daquelas enormes, junto com uma igual para leite e outra para água quente, também self-service e, se preferir um cappuccino ou um espresso, a gente pede para a atendente, ela prepara na cozinha e traz até à mesa. Neste dia eu pedi um espresso e estou esperando até hoje! Mesmo assim preparamos uns sanduichinhos, para levar para comer no aeroporto e, ainda fizemos um pequeno estoque de frutas e bolos, para o caso da fome apertar...

As malas já estavam prontas, devidamente arrumadas e protegidas com a fita e o filme de PVC e nosso vôo só decolaria às 16:00 h. Descemos, então, para tentar cumprir nossa última missão: encontrar e comprar o tal do iPhone-5 para nossa filha. Assim, voltamos à loja Juice na Piazza Firenze, mas não tinham... Seguimos para outra, na Piazza Caneva, onde também não havia nenhum exemplar à venda. Entretanto o vendedor, Matheus, se prontificou a telefonar para outras filiais e descobriu que, na situada no Corso San Gottardo, próxima à Porta Ticinese, onde jantamos no dia anterior, ainda restava um! Ele pediu para seu colega daquela loja reservá-lo para nós. Como lembrávamos do caminho, compramos uns tickets e embarcamos no tram que nos levou até ela. E o famigerado iPhone-5 estava nos aguardando! Mary comprou-o e retornamos para o hotel. 

Lá chegando fomos até o quarto, pegamos a bagagem e descemos com ela. pagamos a conta e, para nossa surpresa, cobraram-nos mais €5 por pessoa por dia, como "Tassa di Soggiorno", um imposto que vai para o governo! 

Estava chovendo e para ir ao aeroporto o plano era pegar um tram, saltar numa determinada estação do metrô, fazer uma baldeação e seguir para a estação ferroviária, onde tomaríamos um ônibus que vai até o aeroporto de Malpensa, que fica a 40 quilômetros distante do centro de Milão. Visando simplificar esta aventura, pedimos ao recepcionista que nos conseguisse um táxi e assim foi feito. Dez minutos depois o veículo chegou, o motorista ajudou-nos a colocar as malas no bagageiro do seu Toyota Prius e nos deixou na Stazione Milano Centrale (a corrida custou €16,50) para, 10 minutos depois, já estarmos confortavelmente instalados à bordo do autobus (€10 por passageiro).

No aeroporto fomos para o guichê da TAM e, utilizando a fila para a "melhor idade", fizemos rapidamente o check-in, despachamos as malas e fomos procurar um lugar para sentarmos e saborear o lanche que preparamos do hotel. Mary foi até uma cafeteria e comprou uma cerveja Morroni para mim e uma água tônica para ela, que acompanharam os sanduíches. Aproveitei a oportunidade e, no free shop, comprei um pack contendo 3 garrafas de vinhos italianos, 2 tintos e um branco. Em seguida nos dirigimos para a sala de embarque e, meia hora depois, ocupamos nossas poltronas no avião. 

tortelini de ricota
Uma hora e meia após decolarmos serviram-nos o jantar: eu escolhi carne ensopada com batatas e Mary tortelini de ricota. Tomamos vinho tinto e água e eu, para encerrar, pedi um café... Então recostei a poltrona e, desta vez, dormi bastante! Mary ainda tentou ver um filme...