quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
14º dia: 4ª feira, 13 de novembro de 2013 - Alba, Turim
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| Torino |
Turim (Torino, como os italianos dizem) é a capital do Piemonte e a 4ª
maior cidade do país. Tem ao fundo os Alpes e em sua região metropolitana estão
mais de 2 milhões de habitantes. E este foi o dia de deixar Alba e seguir para lá.
Foi o que fizemos após tomarmos o café da manhã e colocarmos as malas no carro.
Pedimos uma orientação à Srª Nella mas ela não tinha muitas informações a respeito de como
chegar ao hotel que havíamos reservado lá. Tentamos buscar no googlemaps mas a conexão com
a internet não existia... Ela nos disse que haviam mexido na rede telefônica externa
e que sempre que isto ocorre o sinal some! Pagamos a conta, nos despedimos, agradecemos por tudo
e saimos assim mesmo, só com nosso mapa nas mãos.
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| Art Guala Hotel Residence |
A cidade fica uns 60 km distante e, em mais ou menos uma hora, alcançamos o trânsito de cidade grande...Como sempre trafegamos pelas vias secundárias, nesta oportunidade escolhemos a que passa por Bra. Antes de chegarmos ao centro paramos num posto de gasolina e nos informaram que estávamos na direção certa, a apenas 2 km, aproximadamente, do nosso destino. Nos indicaram qual o caminho a seguir e, depois de duas voltas numa mesma avenida, paramos em outro posto, quando nos disseram que o Art Guala Hotel Residence está situado no quarteirão atrás dele! O Sr. Emaq, egípcio, nos recepcionou e avisou que não deveríamos deixar o carro estacionado até a manhã seguinte em frente ao hotel, pois é onde se instala uma feira de rua, duas vezes por semana... Como iríamos devolvê-lo naquela manhã, não teríamos este problema!
Durante o check-in uma surpresa: o hotel tem wi-fi mas é preciso pagar por isto: €4 por quatro horas de conexão. Mas o sinal no quarto era péssimo! Devidamente instalados em nosso quarto, pegamos um mapa na recepção e as indicações do Sr. Emaq de como chegar na loja da locadora Maggiore, partimos para abastecer o carro e chegarmos ao endereço. Só que erramos algo, pois o trânsito é "tenso"! Paramos para pedir informações, novamente, e, enfim, chegamos lá. Inspeção feita pelo funcionário, tudo certinho, pagamos a diferença devida (seguro, 2º motorista) de €363, entregamos as chaves e fomos procurar um ponto de ônibus. Antes, entramos num tabacchi, e o senhor que nos atendeu nos mostrou o ponto e o nº do Pulmann que teríamos que tomar para chegar ao centro, além de nos vender os bilhetes (€1,50 cada).
Descemos bem perto do Uffizio Turistico, onde conseguimos mapas e informações sobre o Tram (o
bonde) e sobre as linhas de ônibus que nos levariam de volta ao hotel. Em seguida saímos, como de costume, para perambular. Estávamos bem na Piazza Castello tendo, ao fundo, o Palácio Real, no centrão mesmo da cidade. Ela é repleta de jovens estudantes universitários, já que está ali a Universidade de Turim, das mais antigas do mundo (foi fundada em 1404 e possui 13 faculdades!) e uma das mais prestigiadas da Itália!
Na sequência percorremos várias ruas e observamos que a grande maioria das construções tem uma espécie de galeria, que eles chamam de pórtico, entre a fachada e o meio-fio, ou seja, sobre as calçadas, servindo como proteção aos pedestres principalmente nos dias chuvosos... Mas, nos dias quentes, a sombra é bem providencial! Nestas galerias há muitas lojas chics e outras nem tanto, bem como livrarias, restaurantes e cafés, além de alguns camelôs, que vendem souvenires e antiguidades, como livros e pinturas, por exemplo. Também estão ali várias pequenas pizzarias, que oferecem um lanche rápido, as pizze in taglie (pizzas em fatias), que ficam expostas num balcão, com as mais diversas coberturas. Você escolhe, o atendente pega uma fatia e coloca-a no forno, para aquela aquecidinha final... É uma bela opção para uma alimentação rápida: boa, bonita e barata! Nós entramos em uma (já estava na hora!), Mary pediu uma de linguiça e queijo e eu uma de zuchini (abobrinha), além de uma latinha da cerveja Moretti, italianíssima! É possível comprar e sair comendo, mas nós degustamos tudo ali mesmo!
Caminhamos mais um bocado e, como já estava no final da tarde, resolvemos voltar ao hotel. Tínhamos que ir até a Piazza Solferino, onde ficava o ponto do ônibus que pegaríamos. Eis que, lá chegando, tivemos uma grata surpresa: estava acontecendo um "Mercatino di Natale Francese". São várias barraquinhas, padronizadas, muito bem arrumadas, onde se pode adquirir diversos produtos franceses, a maioria artesanais. São pães, bolos, doces, queijos, embutidos, temperos, vinhos, enfeites e muito mais! Nos chamou muito a atenção um dos quiosques, em que um senhor cozinhava em enormes panelas, parecidas com aquelas de fazer paellas, penne com molho branco, boeuf bourguignone (carne cozida no vinho tinto), cassoulet (feijão branco e frango), além de outras iguarias, todas vendidas em porções. Ficamos um tempo apreciando a riqueza das cores e dos aromas vindos das barracas e o movimento de pessoas. Porém estava na hora do ônibus sair (isso mesmo: eles tem horário, e o respeitam!), então compramos dois pães fininhos, quentinhos, um recheado com azeitonas e o outro com bacon e queijo: UMA DELÍCIA! E fomos nós saboreando-os durante a viagem... Saltamos no ponto indicado, em frente ao posto de gasolina onde pedimos informações de manhã, quer dizer, já sabíamos o caminho até o hotel!
Depois de um banho, "tiramos uma soneca"... Quando acordamos descemos e pedimos ao recepcionista (já era outro...) umas "dicas" de onde poderíamos jantar nas proximidades. Ele nos recomendou o Penne & Panelle, a duas quadra dali. É simples e fornece, como opção, no pavimento térreo, comida para levar. O salão fica no 2º. Subimos, nos acomodamos e o garçon, Paolo, sobia e descia as escadas, com os pedidos e as bebidas, algumas milhares de vezes por dia! Brinquei com ele que não precisava nem participar da Maratona de Turim... Escolhi agnolini e Mary gnochi di zucca (nhoque de abóbora). Tomamos dois chopps, um claro e um escuro. Fechamos a conta com uma grappa e um espresso: €31.
Caminhamos de volta ao hotel, tentamos nos conectar na internet e, para variar, o sinal estava péssimo, então, fomos dormir.
Dica gastronômica: Pizzeria Penne & Panelle - Corso Unione Sovietica, 413, Turim
Descemos bem perto do Uffizio Turistico, onde conseguimos mapas e informações sobre o Tram (o
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| Piazza Castello |
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| Museo Nazionale del Cinema |
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| Palazzo Madama |
Visitamos, ainda, o Museu Nacional do Cinema, que está alojado no interior da Mole Antonelliana, um monumento imponente, fascinante e um dos símbolos de Turim, construído no século 18 pelo arquiteto Alessandro Antonelli. Passamos ainda pelo Palazzo Madama, onde está instalado o Museo Civico di Arte Antica.
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| pizze in taglie |
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| Mercatino di Natale Francese |
Caminhamos mais um bocado e, como já estava no final da tarde, resolvemos voltar ao hotel. Tínhamos que ir até a Piazza Solferino, onde ficava o ponto do ônibus que pegaríamos. Eis que, lá chegando, tivemos uma grata surpresa: estava acontecendo um "Mercatino di Natale Francese". São várias barraquinhas, padronizadas, muito bem arrumadas, onde se pode adquirir diversos produtos franceses, a maioria artesanais. São pães, bolos, doces, queijos, embutidos, temperos, vinhos, enfeites e muito mais! Nos chamou muito a atenção um dos quiosques, em que um senhor cozinhava em enormes panelas, parecidas com aquelas de fazer paellas, penne com molho branco, boeuf bourguignone (carne cozida no vinho tinto), cassoulet (feijão branco e frango), além de outras iguarias, todas vendidas em porções. Ficamos um tempo apreciando a riqueza das cores e dos aromas vindos das barracas e o movimento de pessoas. Porém estava na hora do ônibus sair (isso mesmo: eles tem horário, e o respeitam!), então compramos dois pães fininhos, quentinhos, um recheado com azeitonas e o outro com bacon e queijo: UMA DELÍCIA! E fomos nós saboreando-os durante a viagem... Saltamos no ponto indicado, em frente ao posto de gasolina onde pedimos informações de manhã, quer dizer, já sabíamos o caminho até o hotel!![]() |
| agnolini |
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| gnochi di zucca |
Caminhamos de volta ao hotel, tentamos nos conectar na internet e, para variar, o sinal estava péssimo, então, fomos dormir.
Dica gastronômica: Pizzeria Penne & Panelle - Corso Unione Sovietica, 413, Turim
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
13º dia: 3ª feira, 12 de novembro de 2013 - Alba, Barbaresco, Barolo, Asti
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| Alba |
Alba é uma cidade pequena (tem pouco mais de 30.000 habitantes!) cercada de vinhedos por todos os lados. Situada no Piemonte (literalmente no "pé do monte", dos Alpes), na região noroeste da Itália, é famosa, principalmente, por dois produtos: as trufas brancas e vinhos. Saem daqui os Dolcetto, os Barbera e os Nebbiolo, todos DOC, ou seja, Denominazione di Origine Controlatta, e os Barbaresco, Barolo e Moscato, estes DOCG, Denominazione di Origine Controlatta e Garantita, a "fina flor" dos vinhos da região.
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| tartufi bianchi |
As trufas brancas (tartufi bianchi) são tubérculos que crescem subterraneamente por entre as raízes de carvalhos e são colhidos numa determinada época do ano. Cães são treinados para farejá-las e indicar sua localização, quando então o "caçador de trufas" escava o local e as recolhe. São muito aromáticas e os Chefs de cozinha as utilizam em lâminas muito finas que são colocadas sobre, simplesmente, um ovo estalado ou um spaghetti cozido e passado na manteiga, por exemplo. Custam "os olhos da cara" e, nos leilões anuais e dependendo do tamanho, podem alcançar a cifra de MILHARES de euros o quilo!![]() |
| Barbaresco |
Neste dia fizemos um passeio por estas principais cidades produtoras de vinhos. Após o café da manhã na pousada fomos para o centro de Alba, onde pesquisamos os preços de alguns vinhos em supermercados. Temos este hábito e, quase sempre, são os lugares mais em conta para adquiri-los.
Depois seguimos para o primeiro lugar onde paramos: Barbaresco. Fica a uns 10 km de distância e é muito pequena! Praticamente se resume a duas dúzias de casas, a cooperativa de produtores e a igreja... Mas tem, também, um relógio solar muito interessante!
| em Asti |
A próxima parada foi em Asti, terra do espumante de mesmo nome. É uma cidade bem maior que a anterior. Achamos uma vaga (gratuita) num parque bem no centro da cidade, onde estacionamos. Encontramos o Uffizio di Turismo fechando, já que eram 13:00 h e estava no horário do almoço deles, que não abrem mão! Conseguimos pegar um mapa local mas estava tudo fechado, os comércios, os bares! Perambulamos um pouco e achamos o Caffé San Carlo aberto, funcionando... Entramos e pedimos duas taças de espumante (€4 cada) e veio acompanhando um pratinho com umas fatias de salame e de mortadela, além de cubos de foccacia. Felizes, por termos experimentado um Asti em Asti, voltamos para o carro e continuamos nosso passeio.
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| Barolo |
Fomos em direção a Barolo, que está ao sul de Alba, mas não é longe. É outra cidade pequena, pouco maior que Barbaresco e está mais preparada para receber turistas. Deixa-se o carro em estacionamentos gratuitos fora da área central e percorre-se a pé suas ruelas. Logo na chegada há um mapa indicando as lojas e outros estabelecimentos, como a Enoteca Regionale del Barolo, sendo que nela estão expostas muitas garrafas de vinho de fabricantes e safras diversos e onde também se pode adquirir exemplares deles: há para todos os gostos e os preços começam em €22! Além disso pode-se visitar o Museo dei Cavatapi (saca-rolhas), onde se encontram vários tipos , além de outros souvenires, como camisetas, aventais, taças, etc.
Voltamos a Alba, deixamos o carro no mesmo estacionamento do dia anterior e saimos a pé para tentarmos descobrir o caminho para deixar a cidade, a fim de não sofrermos novamente as dificuldades que havíamos encontrado para retornar ao hotel anteriormente. Depois de uma enorme caminhada, de idas e vindas, de pedirmos informações, estávamos preparados e, assim, seguimos até o supermercado onde estivemos pela manhã. Compramos 6 garrafas de vinho (2 Barolos!) e duas de grappa (aguardente de uva) para levar para o Brasil. Deixamos as compras no carro e fomos escolher onde iríamos jantar.
Entramos no Museum Hostaria, restaurante localizado num antigo templo romano subterrâneo. Descobrimos que há uma cidade subterrânea por ali, que este templo faz parte dela e, ainda, que existem visitas guiadas, pagas, que podem ser agendadas no escritório de turismo local. Para jantar pedimos, como entrada, um mix de queijos, que veio junto com um molhinho agridoce muito saboroso e fatias de pera; Mary pediu um nhoque Fattoria (com linguiças e molho de tomates) e eu comi Stinco d'agnelo (uns espetinhos de carneiro acompanhados por batatas coradas e alho laminado fritinho). Bebemos um tinto Barbera D'Alba Silvano e eu tomei um espresso. A conta foi de €57 (é importante registrar que alguns valores cobrados estavam diferentes dos apresentados no cardápio!). Talvez por isso fui agraciado com uma dose de grappa Sibona especial da casa, segundo o proprietário do restaurante, que foi nos cumprimentar.
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| mix de queijos |
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nhoque Fattoria
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Não muito satisfeitos, devido à conta, porém bem alimentados, pegamos o carro para retornar ao hotel e ACHAMOS O CAMINHO! VIVA! Só um detalhe para a noite não ter sido melhor: havia um hóspede no quarto ao lado que roncava HORRORES! Parecia que estava dentro do nosso! Ninguém merece... Assim mesmo conseguimos dormir!
Dicas gastronômicas: Caffé San Carlo - Via Cavour, 2, Asti
Museum Hosteria - Via Cavour, 10, Alba
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
12º dia: 2ª feira, 11 de novembro de 2013 - Nice, Alba
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| Nice |
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| Promenade des Anglais |
Nice é uma cidade muito agradável, ainda mais sendo banhada por aquele marzão azul do Mediterrâneo... Pouquíssimos prédios tem mais do que 5 pavimentos, as ruas são largas e o trânsito não é "tão" estressante, pelo menos foi o que pudemos constatar! Ficamos entusiasmados com a idéia de voltar lá um dia, com mais tempo, para conhecer outras atrações próximas, como Cannes, Marselha, Saint-Tropez, Mônaco... Mas estava na hora de seguir viagem, neste dia em direção a Alba, na Itália, a uns 200 km de distância. Depois do café da manhã no hotel (€4,90 para cada um) e do check out, arrumamos a bagagem
no carro e fomos para o centro, pela Promenade des Anglais, a avenida que acompanha toda a orla, com seu belo calçadão. Várias pessoas correndo, andando de bicicleta, enfim, aproveitando!
Dirigimos até o final, onde passamos por uma parte antiga da cidade
e uma marina, onde estacionamos e demos uma voltinha a pé pelas redondezas.
Fazia sol mas não estava calor, no entanto algumas pessoas curtiam a praia (?!), mesmo assim...
Na sequência voltamos para o carro e seguimos em frente, contornando o morro que vai dar "de cara" com uma das paisagens mais deslumbrantes que já vimos: Villefranche-sur-mer. E mais adiante está Mônaco, mas não dava para ver...
Mais uma vez não acreditávamos na limpidez e transparência daquela água... Descemos até lá e comprovamos: estava fria mas é limpíssima, inacreditável, maravilhosa! A vontade foi de tomar um banho de mar naquela hora mesmo!
De volta ao carro, rumamos então para nosso destino, Alba, e pela rodovia D2204, atravessando os Alpes, uma região montanhosa mas com vistas incríveis, apesar da imensidão de curvas (cotovelos, mesmo!), subidas e descidas. Em compensação quase nenhum veículo trafegando, depois que saímos da região em torno de Nice. Quase no final da serra paramos para registrar esta imagem da pista: parece o próprio ZIG-ZAG!
Um pouco mais adiante encontramos este "refúgio", onde paramos para fazer o "lanchinho"! Era um bar restaurante bem rústico, onde a "Nonna" cuida da cozinha e de servir as mesas, e a filha cuida do caixa. Entretanto o aroma que vinha da cozinha era uma coisa do outro mundo... Pena que ainda era muito cedo para almoçarmos, mas que deu vontade, muita vontade, isto deu! Ainda por cima quando vimos uns senhores na mesa vizinha comendo algo que parecia um "coq au vin" (frango cozido no vinho) e que Mary descobriu que era isto mesmo, pois estava escrito numa folha colada no vidro da porta: era o "prato do dia"! Hummm!!!! Para não deixar "de graça", comi uma torta de creme, peras, bananas e maçãs, quentinha, deliciosa, igual à da vovó, e tomei um "Nescafé" (era o que tinha...)!
Continuamos nosso trajeto, ora subindo, subindo, ora descendo, descendo... Ainda muitas curvas e "cotovelos", velocidade reduzida, até que alcançamos o túnel em Colle di Tenda, que fica na fronteira entre a França e a Itália. Como o tráfego só é permitido em um sentido, paramos, junto com alguns outros poucos veículos, até que chegasse nossa vez de o atravessarmos.
Já na Itália novamente, continuamos até descobrir onde ficava a pousada que reservamos, denominada Affittacamere Mammanella, localizada em área rural a uns 2 km antes de Alba (é necessário atravessar a linha férrea para chegar lá!), muito confortável, com quartos amplos e arejados. Fomos agradavelmente recepcionados pela Srª Nella, a proprietária, a qual nos forneceu muitas informações úteis sobre a região. A pousada só não foi "nota 10" porque não tem quartos no andar térreo nem elevador, ou seja, temos que subir as escadas com as malas, o sinal wi-fi não funciona no quarto e, também, porque o café da manhã, em nossa opinião, poderia ter mais produtos artesanais e não somente iogurtes, geleias e bolos industrializados... Uma informação importante: estávamos numa 2ª feira e a maioria dos restaurantes da cidade não abre. Mas consegue-se jantar, e bem, podemos dizer!| Peito de pato |
Risoto alla fonduta
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Partimos, então, de volta ao hotel. Como Alba fica num entroncamento de 3 estradas, não conseguimos encontrar o caminho para retornarmos. Subíamos viaduto, descíamos, entrávamos à direita, depois à esquerda, e nada de nos acharmos... Até que paramos no Hotel Vitoria e pedimos informações. Por sorte estava na hora da troca de turno e o rapaz que estava saindo morava próximo à pousada onde estávamos hospedados e estava indo para casa! Aí foi só seguí-lo! Ufa! Que alívio... Chegamos e, então, banho e "prá caminha..."!
Dica gastronômica: Pasta & Pasta - Via Cuneo 3, Alba
Dica gastronômica: Pasta & Pasta - Via Cuneo 3, Alba
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