segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

10º dia: sábado, 9 de novembro de 2013 - Levanto, Gênova

Moneglia
O dia de hoje foi reservado para seguirmos até Gênova. Poucas nuvens e a temperatura agradável. Depois do café da manhã, quando preparamos um lanchinho "para viagem", e de acertarmos as contas, pegamos a estrada. Como é nossa filosofia, fomos pela via secundária, a SS1, margeando a encosta. No princípio subimos e descemos muito, inclusive para conhecer uma vila denominada Moneglia, mais um balneário. Para alcançá-la, desce-se por uma estrada estreitinha que mal cabe um carro. Chegando lá em baixo demos "de cara" com este monumento natural!

Rapallo
Portofino 
Subimos tudo de novo para retornar à SS1. Continuamos até Rapallo onde a estrada se bifurca para alcançar Portofino. Por ser sábado e o dia estar convidativo, as praias, os bares e cafeterias estavam cheios, muita gente andando, correndo, passeando com os filhos e os cachorros no calçadão! Portofino é badaladíssimo e frequentado pela alta sociedade, haja visto os "barquinhos" que ficam atracados lá à espera de seus donos para fazer um belo passeio al mare! Fomos em direção a ela mas, quando chegamos na entrada, o problema recorrente: falta de lugar para estacionar... O estacionamento pago custa a exorbitância de €5,50 por hora, ou seja, é só para os abastados, mesmo. Demos meia volta e seguimos para a SS1, de novo.

Continuamos até Lavagna, onde entramos para procurar um supermercado e comprar algo para lanchar: estava na hora do nosso pit stop. Encontramos um bar e comprei uma cerveja long neck e uma latinha de Sprite. Estacionamos na orla e levamos o lanche para saborearmos à beira-mar. Feito isso continuamos até Gênova.

Gênova


Genoa, que é como os italianos chamam, é uma cidade grande. Como sabíamos que nosso hotel fica encostado ao aeroporto, pensamos: é só seguir as placas que chegaremos lá... Só que não foi bem assim. Passamos pelo centro da cidade e, num determinado momento, acabaram-se as placas indicativas! A alternativa foi parar num posto de combustíveis e pedir informação. Um rapaz que estava abastecendo seu carro nos indicou o caminho: pegar a autoestrada para o aeroporto. Achamos a distinta e nos deparamos com um posto de pedágio. Não teve jeito: "morremos" em €0,40 para andarmos menos de 1 km nela! Até que foi baratinho... Então achamos o aeroporto e o hotel, o Best Western Premier CHC Airport. Muito confortável, deixamos as malas no apartamento e o carro no estacionamento externo (este é grátis; o interno custa €12 por dia).



 Na recepção nos informamos sobre a melhor maneira de chegarmos no centro: pegar um ônibus urbano, logo atrás do hotel. Fácil. E para comprar os tickets? Ou numa banca de jornais ou num tabachi, lojas que vendem cigarros, loteria, etc. Só que era sábado... A banca próxima ao hotel estava fechada! O tabachi também! E agora? Pedimos ajuda a uma senhora que também esperava um ônibus, no ponto, que nos deu a seguinte solução: embarquem no mesmo ônibus que eu e saltem num ponto onde haja um tabachi aberto! Eu lhes indicarei! Assim fizemos, agradecemos muito nossa "mamma" e ela ficou feliz em poder ajudar os brasiliani! Compramos os tickets de ida e volta logo de uma vez... 




Saltamos no Acquario, uma das atrações turísticas mais frequentadas. Em torno dele muitas outras, como uma réplica de uma caravela e um grande centro comercial, o Porto Antico (inclusive tem uma filial do Eataly!) com uma praça de alimentação. Do outro lado da Piazza Caricamento, onde estávamos, fica uma parte da cidade antiga, com seus prédios históricos, museus, bares e restaurantes, assim como a Galeria Mazzini, importante e imponente obra da arquitetura da cidade.

Estava na hora do tradicional pit stop. Escolhemos muito até encontrarmos um bar que estava mais vazio, pois estava abrindo. Sentamos em uma mesa na calçada e pedimos dois chopps e um sanduiche de bife suíno a milanesa. Demorou tanto que levantamos e fomos embora (não anotei o nome do bar, infelizmente...). Partimos para outro, o Giulia, de uns orientais (Chineses? Talvez...). Pedimos, novamente, dois chopps e um sanduiche de massa fininha recheado com presunto, queijo e salada. Estes vieram rápido! Na sequência continuamos nossa caminhada pela parte antiga e caímos numa rua onde o que comanda é o meretrício! Eu tinha lido a respeito e, me deparando com umas senhorinhas vestidas de uma maneira muito "arrojada" (!), fizemos meia volta e retornamos para a beira-mar.

Demos uma volta pelo Porto Antico e resolvemos jantar por ali. Fomos ao Bìcu (Birra & Cucina = cerveja e cozinha), um estabelecimento enorme e onde fabricam as próprias cervejas! Pedimos, para começar, um quarteto com 4 copinhos de cerveja, uma diferente da outra, todas artesanais e uma schiacciata, espécie de pizza quadrada fechada recheada com mortadela e queijo, muito gostosa! Em seguida Mary pediu batata assada no cartoccio e eu um trio de linguiças grelhadas, acompanhadas por legumes também grelhados, junto com duas cervejas escuras. A conta: €36,50.

Findo o jantar fomos para o ponto do ônibus. Embarcamos e ele não parou no ponto onde iríamos descer... Várias pessoas reclamaram, mas ficou por isso mesmo! Saltamos uns 500 m adiante e caminhamos até o hotel. Nosso destino, naquele momento, era o chuveiro e, em seguida, a cama!

Dica gastronômica: Bìcu - Porto Antico, Genoa





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