Até hoje não entendo porque passageiros batem palmas para o comandante do avião quando ele aterrissa com sucesso! Fico imaginando o mesmo para os motoristas de ônibus quando param num ponto sem atropelar ninguém nem arrancar o abrigo... Enfim, não é meu papel entender a raça humana!
Mas, devidamente aterrissados em Milão, imigração resolvida e bagagens na mão, fomos para a loja da Autoeurope para pegar o carro alugado. Imediatamente fomos encaminhados para a loja da Maggiore, que é realmente a locadora. Tudo certo, chaves na mão, descemos e acomodamos as duas malas médias no porta-malas (à força, a bem da verdade!) do FIAT Panda que ficou conosco até Turim.
A saída para Como é muito bem sinalizada e não tivemos dificuldades. Só quando chegamos próximo a Valmadrera, onde nos hospedamos, é que demos algumas voltas desnecessárias e, logo em seguida, encontramos o "Apartamento Baia de Paré". Ajudou muito ter visto as fotos dele no booking.com. No térreo existe um café/bar, onde os trabalhadores dão u,ma passadinha antes e depois da jornada. Em frente, atravessando a rua, há um "puxadinho", extensão do bar, onde pode-se pedir e degustar o serviço do café/bar. Ramona, a proprietária que aluga o apartamento, já estava a nossa espera. Estacionamos o carro e ela nos levou até ele, que possui sala/cozinha completa, quarto com cama de casal e um bom banheiro. Fica no 3º e último pavimento e tem elevador!
Estacionamento não é problema: há vagas grátis (nesta época do ano) na rua e numa área própria em frente. Pagamos as diárias adiantadas, em cash, ela nos entregou as chaves e marcamos de nos encontrar na 2ª feira às 7:30 da manhã, quando partiríamos. Levamos as bagagens para cima e saímos para comprar algo para comer. Descobrimos que dia 1º de novembro é feriado, muitas lojas estavam fechadas mas havia um supermercado aberto a mais ou menos 500 m de distância (fomos a pé!), onde nos abastecemos com pão, queijo, prosciutto (presunto), Nescafé e creme de leite, para o dia seguinte.
Na saída do supermercado uma cena, no mínimo, inusitada: uma senhora bem idosa colocou suas sacolas com as compras no chão atrás de seu carro, pegou as chaves, abriu-o, entrou, ligou o motor, engatou uma marcha a ré e saiu. Resultado: "atropelou" as sacolas, arrebentou umas caixas de leite, estragou quase tudo, e só parou porque sentiu um solavanco! Quando abriu a porta e viu o estragos, só se lamentou: "Dio mio, Dio mio..." (Deus meu, Deus meu...)! Nós nem tínhamos como ajudá-la pois a m... já estava feita!
Após um bom banho, descemos para tentar comprar um chip local para o celular. Fomos a Lecco, cidade de porte médio que fica na margem oposta do Lago di Como, quase em frente a Valmadrera, distando 2 km dela. Fomos a um centro comercial que nos indicaram, o Meridiana. O chip não conseguimos, mas adquirimos um cartão pré-pago que "quebrou o galho". Falamos com nossos filhos e voltamos para o restaurante do hotel, onde jantamos.
Já fazia um bom tempo sem comer e pedimos, de entrada, uma salada de tomates, mussarela e manjericão. Depois eu fiquei com uma "orecchia d'elefante" (orelha de elefante), um bife a milanesa avantajado no tamanho e que faz jus ao nome; Mary pediu "fritto de pesce" com batatas e legumes "alla griglia", ou seja, filé de peixe a milanesa com batatas
e, para acompanhar, legumes "na grelha" (abobrinha, berinjela e tomate). Para beber pedimos água sem gás e um litro de vinho tinto "da casa", meio frisante... A conta ficou em €57 e deixamos mais €5 de propina (gorjeta). Daí voltamos a pé para o apartamento, que fica a 100 m do hotel, e fomos dormir.
Dica gastronômica: Hotel Ristorante Pizzeria Baia de Parè - Via Parè, 37, Valmadrera
Mas, devidamente aterrissados em Milão, imigração resolvida e bagagens na mão, fomos para a loja da Autoeurope para pegar o carro alugado. Imediatamente fomos encaminhados para a loja da Maggiore, que é realmente a locadora. Tudo certo, chaves na mão, descemos e acomodamos as duas malas médias no porta-malas (à força, a bem da verdade!) do FIAT Panda que ficou conosco até Turim.
A saída para Como é muito bem sinalizada e não tivemos dificuldades. Só quando chegamos próximo a Valmadrera, onde nos hospedamos, é que demos algumas voltas desnecessárias e, logo em seguida, encontramos o "Apartamento Baia de Paré". Ajudou muito ter visto as fotos dele no booking.com. No térreo existe um café/bar, onde os trabalhadores dão u,ma passadinha antes e depois da jornada. Em frente, atravessando a rua, há um "puxadinho", extensão do bar, onde pode-se pedir e degustar o serviço do café/bar. Ramona, a proprietária que aluga o apartamento, já estava a nossa espera. Estacionamos o carro e ela nos levou até ele, que possui sala/cozinha completa, quarto com cama de casal e um bom banheiro. Fica no 3º e último pavimento e tem elevador!
Na saída do supermercado uma cena, no mínimo, inusitada: uma senhora bem idosa colocou suas sacolas com as compras no chão atrás de seu carro, pegou as chaves, abriu-o, entrou, ligou o motor, engatou uma marcha a ré e saiu. Resultado: "atropelou" as sacolas, arrebentou umas caixas de leite, estragou quase tudo, e só parou porque sentiu um solavanco! Quando abriu a porta e viu o estragos, só se lamentou: "Dio mio, Dio mio..." (Deus meu, Deus meu...)! Nós nem tínhamos como ajudá-la pois a m... já estava feita!
Já fazia um bom tempo sem comer e pedimos, de entrada, uma salada de tomates, mussarela e manjericão. Depois eu fiquei com uma "orecchia d'elefante" (orelha de elefante), um bife a milanesa avantajado no tamanho e que faz jus ao nome; Mary pediu "fritto de pesce" com batatas e legumes "alla griglia", ou seja, filé de peixe a milanesa com batatas
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Dica gastronômica: Hotel Ristorante Pizzeria Baia de Parè - Via Parè, 37, Valmadrera

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