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| Nice |
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| Promenade des Anglais |
Nice é uma cidade muito agradável, ainda mais sendo banhada por aquele marzão azul do Mediterrâneo... Pouquíssimos prédios tem mais do que 5 pavimentos, as ruas são largas e o trânsito não é "tão" estressante, pelo menos foi o que pudemos constatar! Ficamos entusiasmados com a idéia de voltar lá um dia, com mais tempo, para conhecer outras atrações próximas, como Cannes, Marselha, Saint-Tropez, Mônaco... Mas estava na hora de seguir viagem, neste dia em direção a Alba, na Itália, a uns 200 km de distância. Depois do café da manhã no hotel (€4,90 para cada um) e do check out, arrumamos a bagagem
no carro e fomos para o centro, pela Promenade des Anglais, a avenida que acompanha toda a orla, com seu belo calçadão. Várias pessoas correndo, andando de bicicleta, enfim, aproveitando!
Dirigimos até o final, onde passamos por uma parte antiga da cidade
e uma marina, onde estacionamos e demos uma voltinha a pé pelas redondezas.
Fazia sol mas não estava calor, no entanto algumas pessoas curtiam a praia (?!), mesmo assim...
Na sequência voltamos para o carro e seguimos em frente, contornando o morro que vai dar "de cara" com uma das paisagens mais deslumbrantes que já vimos: Villefranche-sur-mer. E mais adiante está Mônaco, mas não dava para ver...
Mais uma vez não acreditávamos na limpidez e transparência daquela água... Descemos até lá e comprovamos: estava fria mas é limpíssima, inacreditável, maravilhosa! A vontade foi de tomar um banho de mar naquela hora mesmo!
De volta ao carro, rumamos então para nosso destino, Alba, e pela rodovia D2204, atravessando os Alpes, uma região montanhosa mas com vistas incríveis, apesar da imensidão de curvas (cotovelos, mesmo!), subidas e descidas. Em compensação quase nenhum veículo trafegando, depois que saímos da região em torno de Nice. Quase no final da serra paramos para registrar esta imagem da pista: parece o próprio ZIG-ZAG!
Um pouco mais adiante encontramos este "refúgio", onde paramos para fazer o "lanchinho"! Era um bar restaurante bem rústico, onde a "Nonna" cuida da cozinha e de servir as mesas, e a filha cuida do caixa. Entretanto o aroma que vinha da cozinha era uma coisa do outro mundo... Pena que ainda era muito cedo para almoçarmos, mas que deu vontade, muita vontade, isto deu! Ainda por cima quando vimos uns senhores na mesa vizinha comendo algo que parecia um "coq au vin" (frango cozido no vinho) e que Mary descobriu que era isto mesmo, pois estava escrito numa folha colada no vidro da porta: era o "prato do dia"! Hummm!!!! Para não deixar "de graça", comi uma torta de creme, peras, bananas e maçãs, quentinha, deliciosa, igual à da vovó, e tomei um "Nescafé" (era o que tinha...)!
Continuamos nosso trajeto, ora subindo, subindo, ora descendo, descendo... Ainda muitas curvas e "cotovelos", velocidade reduzida, até que alcançamos o túnel em Colle di Tenda, que fica na fronteira entre a França e a Itália. Como o tráfego só é permitido em um sentido, paramos, junto com alguns outros poucos veículos, até que chegasse nossa vez de o atravessarmos.
Já na Itália novamente, continuamos até descobrir onde ficava a pousada que reservamos, denominada Affittacamere Mammanella, localizada em área rural a uns 2 km antes de Alba (é necessário atravessar a linha férrea para chegar lá!), muito confortável, com quartos amplos e arejados. Fomos agradavelmente recepcionados pela Srª Nella, a proprietária, a qual nos forneceu muitas informações úteis sobre a região. A pousada só não foi "nota 10" porque não tem quartos no andar térreo nem elevador, ou seja, temos que subir as escadas com as malas, o sinal wi-fi não funciona no quarto e, também, porque o café da manhã, em nossa opinião, poderia ter mais produtos artesanais e não somente iogurtes, geleias e bolos industrializados... Uma informação importante: estávamos numa 2ª feira e a maioria dos restaurantes da cidade não abre. Mas consegue-se jantar, e bem, podemos dizer!| Peito de pato |
Risoto alla fonduta
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Partimos, então, de volta ao hotel. Como Alba fica num entroncamento de 3 estradas, não conseguimos encontrar o caminho para retornarmos. Subíamos viaduto, descíamos, entrávamos à direita, depois à esquerda, e nada de nos acharmos... Até que paramos no Hotel Vitoria e pedimos informações. Por sorte estava na hora da troca de turno e o rapaz que estava saindo morava próximo à pousada onde estávamos hospedados e estava indo para casa! Aí foi só seguí-lo! Ufa! Que alívio... Chegamos e, então, banho e "prá caminha..."!
Dica gastronômica: Pasta & Pasta - Via Cuneo 3, Alba
Dica gastronômica: Pasta & Pasta - Via Cuneo 3, Alba









Este coelho deveria estar divino...
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